“Sobrecarga e burnout, está reunida uma tempestade perfeita” nas USF

Em plena segunda vaga da pandemia COVID-19, Diogo Urjais, Presidente da Direção da USF-AN, alerta para a exaustão sentida nas equipas de saúde familiar dos Cuidados de Saúde Primários, concretamente nas Unidades de Saúde Familiar.

Este sentimento vigora na medida em que uma panóplia de atividades são realizadas por estes profissionais, sendo estas acrescidas às já realizadas antes da pandemia.

O seguimento dos utentes com infeção ou suspeita de COVID-19, escalas em ADR (Áreas Dedicadas a doenças Respiratórias), emissão de atestados e outras declarações (burocracias), são algumas das tarefas que foram acrescidas às competências das equipas de saúde familiar, e que as impede de realizar a sua atividade normal, nomeadamente a vigilância da sua população e grupos de risco. Com o crescimento de casos ativos de COVID-19 estas atividades aumentam proporcionalmente.

Esta situação é prejudicial quer para o utente, pois aumenta o risco de doença e complicações na população (não COVID-19), assim como para os profissionais de saúde, que têm a sua atividade laboral completamente sobrecarregada com tarefas extra, associadas à COVID-19.

Apesar de vários alertas feitos para o Ministério da Saúde, continuamos sem qualquer tipo de resposta.

A Direção

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Observador

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