BI CSP: da ideia à realidade

Foi em 2013 que surgiu a ideia de ter um instrumento de gestão do conhecimento, de governação clínica e de saúde e de apoio à monitorização e acompanhamento, dirigido às USF.

Esta ideia foi trabalhada e alimentada pela USF-AN, tendo-se materializado na sua primeira fase com a assinatura de um protocolo entre a USF-AN e a ACSS, que incidia sobre a cedência dos dados de desempenho, produzidos pelas USF, para que pudessem ser trabalhados e apresentados de forma simples e intuitiva para as equipas de saúde das mesmas.

Uma vez acolhida esta ideia, foi então possível lançar, em maio de 2014, a Plataforma BI-USF. Esta plataforma era dirigida apenas às USF, tendo permitido um salto qualificativo na gestão, partilha de boas práticas, acompanhamento dos resultados e desempenho das mesmas.

Pelo contexto e potencial reconhecido na Plataforma BI-USF por parte do Ministério da Saúde, em maio de 2016, no 8º Encontro Nacional das USF, assumiu-se mais um salto qualificativo, pensado na evolução do BI-USF para BI CSP, no qual se incluiriam todas as Unidades Funcionais, projetando-se outras funcionalidades relevantes e inerentes ao exercício das mesmas. Esta assunção foi materializada pela assinatura de um protocolo colaborativo entre a USF-AN, a ACSS e o Ministério da Saúde.

A USF-AN, juntamente com a Coordenação Nacional para a Reforma dos Cuidados de Saúde Primários (CNCSP) e outros atores, começaram então a definir as bases desta nova plataforma, os seus requisitos e arquitetura, tendo como base programática ideia de que o BI CSP seria um instrumento de apoio (para as equipas) e um instrumento informativo (para o cidadão), sendo ainda um instrumento de suporte à Contratualização nos CSP.

Foi com esta convicção que a 15 de dezembro de 2017 foi apresentada a Plataforma BI CSP.

Desde então que tem sido foco quer da CNCSP, quer da USF-AN, desenvolver e melhorar as funcionalidades desta plataforma ao serviço do cidadão e do profissional de saúde enquanto gestor da sua Unidade de Saúde. Várias melhorias e ferramentas de apoio à gestão foram implementadas, acompanhadas sempre com uma prestação de contas ao cidadão. O BI CSP sempre se assumiu como uma plataforma informativa, que assenta na transparência e partilha de informação do que se faz em saúde em Portugal, nomeadamente nos CSP.

Estamos hoje a assistir ao Portugal eHealth Summit – 2019, onde está representado o BI CSP.

Nesta iniciativa, com toda a legitimidade, a CNCSP será distinguida com um “Reconhecimento Público” pelos contributos para melhoria sustentada dos CSP, através da promoção, colaboração e sensibilização de uma solução de gestão de conhecimento – BI CSP.

A USF-AN, enquanto entidade parceira da Plataforma BI CSP, agradece este reconhecimento.

Porque acreditamos que o BI CSP apresenta inúmeras potencialidades a serem desenvolvidas e trabalhadas, é com orgulho que anunciamos que brevemente estará disponível para o público (área pública), o Relatório do acesso (PowerBI), dando assim mais um salto qualitativo na prestação de contas e transparência para com o cidadão. Anunciamos igualmente que já está disponível plataforma PAUF (Planos de Ação das Unidades Funcionais) para a contratualização de 2019, iniciando-se desta forma o processo de contratualização para o vigente ano.

No entanto, a USF-AN considera inaceitável apenas ter sido lançada pela SPMS em março de 2019 uma ferramenta prevista para novembro de 2018. Este facto não tem explicação aparente, uma vez que se trata apenas da continuação do ano anterior, tal como anunciado pela CNCSP nas reuniões promovidas com todos os ACeS a nível nacional.

A USF-AN continuará a estimular, a participar e a acompanhar os desenvolvimentos do Portal BI CSP, promovendo a articulação e cooperação entre todas as entidades envolvidas.

A Direção

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