Comemorações do dia da família (ESEnfC)

O Vogal da Direção Diogo Urjais esteve presente, no passado dia 15 de maio, na mesa redonda inserida no Encontro do dia Internacional da Família na ESEnF Coimbra, subordinada ao tema: Enfermeiro de família/Enfermeiro especialista em saúde familiar: os desafios na prática e na formação. Na mesa, Moderada por Clarinda Cruzeiro, professora da ESEnfC, estiveram ainda presentes o Senhor Enfermeiro José Miguel Vaz Ferreira, a Mesa do Colégio de Especialidade de Enfermagem Comunitária da Ordem dos Enfermeiros e Margarida Silva, Professora da ESEnfC.

Nesta mesa, a USF-AN voltou a referir que gostaria de ver clarificada de forma inequívoca e esclarecedora, os percursos efetuados desde a aprovação das competências específicas dos EF em AG da OE até à sua operacionalização.

Voltou, ainda, a defender que para os atuais EF a componente prática seja desenvolvida em contexto de trabalho, na unidade onde o profissional exerce, obviamente, mediante prova da metodologia de trabalho por EF.

Relativamente ao plano formativo a desenvolver, foi defendido que este tem obrigatoriamente que dar resposta às necessidades em saúde da população e necessidades formativas percecionadas pelos atuais enfermeiros de família. Doutra forma, se a formação ficar apenas pelos modelos de avaliação e intervenção familiar a especialidade fica vazia.

Defendemos assim a qualificação/diferenciação na área de avaliação e intervenção familiar, sendo que a capacitação tem que valorizar intervenção. Assumimos que os planos formativos elaborados nos contextos académicos e aprovados pela OE contemplem a qualificação transversal dos EESF, de modo a assegurar uma resposta mais efetiva às necessidades assistenciais prioritárias dos cidadãos. Os Planos formativos devem aumentar a qualificação/diferenciação noutras áreas –  devem ter em conta a carteira básica de serviços e dos vários programas de saúde, qualificando as intervenções de enfermagem, sem esquecer a pessoa ao longo da vida e em cada etapa da mesma, bem como as determinantes de saúde sensíveis aos cuidados de enfermagem, nomeadamente: alimentação, atividade física, tabagismo, álcool, comportamento sexual e questões de género, centrando-se mais na prevenção da doença. Por exemplo, o que fazer aos filhos e netos dos utentes diabéticos?

Assim, defendemos que seja garantido o aumento da capacitação e consequente autonomia dos profissionais de enfermagem em CSP, com clara diferenciação dos cuidados prestados pelos EESF relativamente aos cuidados prestados pelos enfermeiros generalistas, ou seja, no que diz respeito à avaliação e intervenção familiar: capacitação plena e nas restantes áreas aumento de competências a um nível intermédio (mais que o generalista e menos que o especialista na área em causa).

Desta forma, queremos ver aumentada a autonomia, a capacitação para a deteção precoce de problemas, promoção da referenciação em tempo útil e promover a atuação a nível de prevenção, seja a que nível for incluindo prevenção quaternária e quintenária.

A Direção

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